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Saúde

Plataformas para operações hospitalares conectadas e confiáveis.

Soluções para ativos, manutenção, atendimento, equipes, dados e processos hospitalares.

Tecnologia para integrar engenharia clínica, ativos, manutenção, atendimento e gestão hospitalar sem interferir na continuidade assistencial.
Plataformas para operações hospitalares conectadas e confiáveis.
29 anosde experiência profissional
+300projetos entregues
Atuação nacionale internacional
Confidencialidadee segurança
Sustentação24/7
O que está incluído

Entregas concretas para este trabalho.

Engenharia clínica e ativos

Inventário técnico, criticidade, localização, garantias, contratos, histórico e documentação do equipamento hospitalar.

Manutenção hospitalar

Planos preventivos, ordens de serviço, checklists, calibrações, evidências, peças e acompanhamento de terceiros.

Operação de campo

Aplicativos para equipes técnicas registrarem execução, fotos, tempos, materiais e assinaturas próximos ao equipamento.

Integrações hospitalares

APIs e conectores para sistemas assistenciais, ERP, compras, chamados, identidade e plataformas de fornecedores.

Indicadores operacionais

Disponibilidade, cumprimento de preventivas, tempo de atendimento, reincidência, custo e utilização por unidade ou família.

Segurança e rastreabilidade

Perfis, registros de alteração, trilhas de auditoria, políticas de acesso e controles coerentes com a LGPD.

Nossa abordagem

Um processo claro, do contexto à evolução.

01

Inventário e criticidade

Decisões baseadas no cenário real.

02

Fluxos e integrações

Prioridades, arquitetura e critérios de sucesso.

03

Piloto por unidade

Entregas verificáveis, integradas e documentadas.

04

Escala e melhoria contínua

Indicadores, aprendizado e melhoria contínua.

Tecnologias e práticasWeb e mobileQR CodeAPIsGestão de ativosAnalyticsCloudLGPD por design
Visão completa

Plataformas para operações hospitalares conectadas e confiáveis: estratégia, implantação e resultado.

Quando este trabalho faz sentido

Tecnologia para integrar engenharia clínica, ativos, manutenção, atendimento e gestão hospitalar sem interferir na continuidade assistencial. É indicado quando processos críticos dependem de controles manuais, sistemas isolados, dados tardios ou tecnologia que já não acompanha o crescimento.

O plano considera usuários, volume, conectividade, continuidade, privacidade, infraestrutura e custo total. O diagnóstico identifica o que deve ser preservado, integrado, modernizado ou construído.

Como avaliamos o resultado

Os indicadores são definidos antes da implantação e ligados ao objetivo real: tempo de ciclo, disponibilidade, produtividade, qualidade, retrabalho, adoção, custo, segurança ou previsibilidade.

Documentação, treinamento, observabilidade e transferência de conhecimento sustentam o resultado. Quando o cenário muda, arquitetura e backlog podem evoluir sem perder rastreabilidade.

Operação em profundidade

Do desafio cotidiano a uma plataforma sustentável.

Operação hospitalar exige contexto e continuidade

Hospitais combinam atendimento ininterrupto, equipamentos de diferentes fabricantes, equipes próprias e terceirizadas, contratos, peças, calibrações e exigências de rastreabilidade. Quando essas informações ficam distribuídas entre planilhas, chamados, papéis e sistemas isolados, a gestão perde tempo para entender o estado real de cada ativo e priorizar o que representa maior risco operacional.

A ZERO-D estrutura plataformas adaptadas à rotina da engenharia clínica e das áreas de apoio. O objetivo não é criar apenas um cadastro, mas conectar criticidade, localização, histórico, plano de manutenção, documentação e execução para que cada decisão tenha contexto e evidência.

Integração com o ecossistema existente

Uma solução hospitalar precisa conviver com sistemas assistenciais, ERP, compras, estoque, identidade, chamados e ferramentas dos prestadores. O trabalho começa pelo mapa de responsabilidades e dados: qual sistema registra cada informação, quem pode alterá-la, quais eventos precisam ser compartilhados e que contingência deve existir quando uma integração estiver indisponível.

APIs, conectores e rotinas controladas reduzem digitação repetida sem criar uma nova dependência frágil. A arquitetura considera volumes, horários críticos, trilhas de erro, reprocessamento e observabilidade para que a operação saiba quando uma informação não chegou ao destino.

Indicadores que apoiam a gestão

Indicadores são definidos a partir das decisões que o hospital precisa tomar. Disponibilidade por criticidade, cumprimento do plano preventivo, tempo entre abertura e atendimento, reincidência, custo por família, utilização e desempenho de fornecedores podem orientar prioridades e contratos. A plataforma preserva a origem do dado e permite analisar unidade, setor, tipo de equipamento e período.

Painéis não substituem o processo. Por isso, o projeto também organiza regras, responsabilidades, cadência de análise e critérios para tratar exceções. O resultado esperado é uma gestão mais previsível, com menos controles paralelos e melhor capacidade de demonstrar o que foi executado.

Privacidade, segurança e implantação gradual

Dados pessoais e informações operacionais devem ser acessados apenas por quem precisa deles. Perfis, segregação de funções, registro de alterações, retenção, criptografia e revisão de acesso entram no desenho desde o início. Sempre que possível, o sistema trabalha com o mínimo necessário de dados e separa informações assistenciais de fluxos puramente técnicos.

A implantação pode começar por uma unidade, família de ativos ou processo crítico. O piloto valida cadastro, experiência móvel, integrações e indicadores antes da expansão. Treinamento, documentação e sustentação acompanham a evolução para evitar que a plataforma se torne mais um sistema sem adoção.

Perguntas frequentes

O que você precisa saber.

A plataforma substitui o sistema hospitalar existente?

Não necessariamente. Ela pode complementar sistemas assistenciais e corporativos, concentrando processos de ativos, manutenção, campo e indicadores por meio de integrações.

É possível identificar equipamentos com QR Code?

Sim. O QR Code pode abrir o cadastro autorizado, iniciar chamados, apresentar checklists e registrar evidências conforme o perfil do usuário.

Como tratar equipes terceirizadas?

Perfis, contratos, escopos, prazos e evidências podem ser separados por fornecedor, mantendo aprovação e auditoria pela equipe responsável.

A implantação precisa abranger todo o hospital?

Não. É recomendável começar por um processo, unidade ou família crítica, medir o resultado e expandir com padrões validados.

Próximo passo

Vamos transformar o seu cenário em um plano?

O briefing registra contexto, escopo inicial e prioridades antes da conversa com nosso time.

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