Sistemas corporativos sob medida
Plataformas operacionais, portais, backoffices, CRM, SaaS e aplicações transacionais alinhadas aos processos da empresa.
Desenvolvemos sistemas corporativos e plataformas sob medida que aumentam eficiência, conectam operações e sustentam o crescimento do negócio.
Do desenho da solução à entrega em produção, aplicamos engenharia, qualidade, segurança e conhecimento do negócio para construir software confiável e preparado para evoluir.
Engenharia de software do diagnóstico à operação, combinando arquitetura, desenvolvimento, integração, qualidade, segurança e conhecimento do negócio.
Plataformas operacionais, portais, backoffices, CRM, SaaS e aplicações transacionais alinhadas aos processos da empresa.
Experiências responsivas, aplicativos nativos ou multiplataforma, operação offline, sincronização e publicação controlada.
Conexão segura com ERP, CRM, pagamentos, identidade, equipamentos, parceiros e aplicações já utilizadas.
Evolução incremental de arquitetura, código, experiência e infraestrutura sem interromper processos críticos.
Domínios, contratos, mensageria, filas, resiliência e serviços independentes quando a complexidade do negócio justifica.
Decisões sobre aplicações, dados, cloud, disponibilidade, desempenho e custo documentadas para sustentar evolução.
Testes automatizados, revisão de código, critérios de aceite, ambientes e rastreabilidade incorporados ao ciclo de entrega.
Identidade, autorização, proteção de dados, dependências, segredos e auditoria tratados desde a arquitetura.
Backlog, métricas e decisões técnicas ligados a resultado operacional, adoção, risco e capacidade de crescimento.
Decisões baseadas no cenário real.
Prioridades, arquitetura e critérios de sucesso.
Entregas verificáveis, integradas e documentadas.
Indicadores, aprendizado e melhoria contínua.
Engenharia de software do diagnóstico à operação, combinando arquitetura, desenvolvimento, integração, qualidade, segurança e conhecimento do negócio. É indicado quando processos críticos dependem de controles manuais, sistemas isolados, dados tardios ou tecnologia que já não acompanha o crescimento.
O plano considera usuários, volume, conectividade, continuidade, privacidade, infraestrutura e custo total. O diagnóstico identifica o que deve ser preservado, integrado, modernizado ou construído.
Os indicadores são definidos antes da implantação e ligados ao objetivo real: tempo de ciclo, disponibilidade, produtividade, qualidade, retrabalho, adoção, custo, segurança ou previsibilidade.
Documentação, treinamento, observabilidade e transferência de conhecimento sustentam o resultado. Quando o cenário muda, arquitetura e backlog podem evoluir sem perder rastreabilidade.
Sistemas corporativos precisam representar regras, responsabilidades, exceções e integrações que raramente cabem em uma solução genérica. Antes de construir, a ZERO-D entende usuários, objetivos, dados, restrições, volume, criticidade e sistemas existentes. Jornadas e critérios de sucesso tornam explícito o que a aplicação precisa resolver e como o resultado será verificado.
O escopo inicial pode ser uma plataforma nova, um módulo operacional, um portal, um aplicativo ou a modernização de um sistema central. Protótipos, mapa de integrações, decisões arquiteturais e backlog reduzem incertezas sem transformar discovery em uma etapa interminável. Negócio e engenharia validam juntos prioridades e critérios de aceite.
A arquitetura considera domínios, aplicações, dados, identidade, integrações, infraestrutura e operação. Um monólito modular pode ser a opção mais segura em determinados contextos; microsserviços são adotados quando autonomia, escala ou isolamento justificam o custo adicional. Decisões importantes são registradas para que a equipe compreenda alternativas e consequências.
APIs e eventos conectam ERP, CRM, pagamentos, equipamentos, parceiros e plataformas existentes. Contratos, versionamento, idempotência, retentativas, filas e contingências evitam que indisponibilidades externas gerem perda ou duplicidade. Observabilidade acompanha uma transação entre serviços e ajuda a equipe a diagnosticar erros com contexto.
Sistemas legados podem concentrar anos de conhecimento operacional. Substituí-los de uma vez aumenta risco, enquanto mantê-los sem plano reduz velocidade e segurança. A modernização começa por inventário, dependências, qualidade, infraestrutura, dados e pontos de maior impacto. Componentes podem ser encapsulados por APIs, atualizados, extraídos ou reconstruídos em ondas controladas.
Migração de dados, convivência entre versões, validação e retorno são planejados desde o início. Feature flags, testes de regressão e monitoramento permitem liberar mudanças gradualmente. O objetivo é reduzir dívida técnica e custo operacional enquanto funcionalidades continuam atendendo usuários e a empresa percebe ganhos durante o percurso.
Qualidade não é uma inspeção no final. Revisões, análise estática, testes unitários, integração, interface e desempenho entram no pipeline conforme o risco da aplicação. Ambientes reproduzíveis e automação de entrega reduzem variações. Segurança por design protege identidade, dados, segredos, dependências e ações privilegiadas, com registros adequados para auditoria.
Após o lançamento, métricas técnicas e de produto orientam evolução. Disponibilidade, latência, erros e custo são analisados junto de adoção, tempo de processo, produtividade, retrabalho e satisfação. Documentação e transferência de conhecimento preservam autonomia. Sustentação e backlog contínuo mantêm o software alinhado a novas regras, integrações e oportunidades do negócio.
Sim. Projetamos front-end, back-end, APIs, aplicativos e infraestrutura, escolhendo a arquitetura conforme contexto, usuários e evolução prevista.
Sim. A modernização pode ser incremental, preservando módulos que ainda funcionam e criando APIs, interfaces e componentes novos por etapas.
Começamos pelo diagnóstico. Requisitos, integrações, riscos e critérios de aceite formam uma estimativa transparente, que pode evoluir em ciclos priorizados.
Não. Avaliamos domínio, escala, criticidade e autonomia das equipes. Muitas operações são melhor atendidas por uma arquitetura modular mais simples.
Critérios, testes, revisão, análise de dependências, controles de acesso e observabilidade são planejados desde o início conforme o risco da aplicação.
O briefing registra contexto, escopo inicial e prioridades antes da conversa com nosso time.
Organizamos as informações essenciais para que a conversa no WhatsApp já comece com contexto.
Guarde este número. O briefing já está salvo com segurança; agora envie a mensagem para iniciar a conversa com a ZERO-D.
Continuar no WhatsApp